segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Lista reúne 'colher pau de selfie' e outras invenções bizarras

No Japão, pet shop criou máquina de lavar cachorro.
Em 2014, fabricante búlgaro fabricou desodorante em forma de bala.

Do G1, em São Paulo
'Colher selfie'
Uma empresa de cereais dos EUA lançou uma "colher pau de selfie", que permite que os fãs dos autorretratos tirem fotos enquanto estão comendo. A invenção conta com uma extremidade para acoplar o celular e um bastão de cerca de 75 cm (Leia mais).

Empresa de cereais lançou 'colher pau de selfie' (Foto: Reprodução/YouTube/Cinnamon Toast Crunch)Empresa de cereais lançou 'colher pau de selfie' (Foto: Reprodução/YouTube/Cinnamon Toast Crunch)
'Bala desodorante'
Em 2014, um pequeno fabricante de confeitos búlgaro fabricou um desodorante em forma de bala. Segundo Ventsislav Peychev, seu "Deo Perfume Candy" neutraliza os odores corporais, substituindo-os por um delicado perfume  (Leia mais).

Confeiteiro búlgaro inventa a 'bala- desodorante' (Foto: Reprodução/Amazon)Confeiteiro búlgaro inventa a 'bala- desodorante' (Foto: Reprodução/Amazon)
 
'Sutiã do amor'
Uma empresa japonesa criou um sutiã de pisca e se abre apenas em casos de amor verdadeiro. A peça “inteligente” teria sensores para analisar o ritmo cardíaco da mulher, o que faz com que o mecanismo decida se irá abrir o fecho (Leia mais).

Sutiã pisca e se abre apenas para 'verdadeiro amor' ou desejo sexual (Foto: AFP)Sutiã pisca e se abre apenas para 'verdadeiro amor' ou desejo sexual (Foto: AFP)
'Máquina de lavar cachorro'
Em 2010, o pet shop Pet World Joyful Honda, em Tóquio, no Japão, lançou um serviço revolucionário. Trata-se de uma máquina que promete dar um bom trato no seu melhor amigo em apenas 30 minutos (Leia mais).

Banho de cachorro dura 30 minutos  (Foto: Itsuo Inouye/AP Photo)Banho de cachorro dura 30 minutos (Foto: Itsuo Inouye/AP Photo)
'Análise de pum'
Em 2009, alunos da universidade de Cornell, nos Estados Unidos, desenvolveram uma máquina que detecta e analisa puns. Equipamento criado por Robert Clain e Miguel Salas analisa cheiro, temperatura e som dos gases (Leia mais).

Robert Clain e Miguel Salas, criadores da máquina (Foto: Reprodução)Robert Clain e Miguel Salas, criadores da máquina (Foto: Reprodução)

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Sabe porque é que o queijo suíço tem buracos?

Publicado hoje às 20:39

O mistério é agora revelado pelas autoridades científicas da Confederação Helvética, após um século de investigação.
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Sabe porque é que o queijo suíço tem buracos?
Queijo suíço
O mistério dos buracos no queijo suíço foi finalmente desvendado, após um século de investigação, com a conclusão de que são provocados por pequenas partículas de feno que caem no leite durante a ordenha das vacas.
O anúncio da descoberta foi feito pelas autoridades científicas da Confederação Helvética que se dedicaram ao estudo do fenómeno: os investigadores do Agroscope, o instituto das ciências alimentares, sediado em Berna, associados aos do Laboratório Federal Suíço de Testes de Materiais e Investigação (Empa).
Os famosos "buracos" de queijos como o Emmental e o Appenzell resultam dos gases produzidos pelas partículas de feno durante o processo de fermentação, explicou o Agroscope em comunicado.
O enigma dos buracos no queijo, que "fascinava tanto as crianças quanto os adultos", está por fim resolvido, congratulou-se o Agroscope.
Os "buracos" tendem a desaparecer depois de o leite ter passado a ser extraído por meio de técnicas mais modernas, constataram os investigadores.
"É o desaparecimento do tradicional balde", colocado sob o úbere da vaca, substituído por técnicas mais modernas e mais higiénicas que está na origem do desaparecimento dos buracos, disse um porta-voz do Agroscope citado pela agência de notícias francesa AFP.
Segundo o instituto científico suíço, já em 1917 o norte-americano William Clark publicara um artigo aprofundado sobre a formação dos buracos no Emmental.
Nesse artigo, Clark tentava explicar à luz dos conhecimentos da época o enigma da formação dos buracos no queijo, formulando a hipótese de os buracos resultarem da ação do dióxido de carbono produzido por bactérias.
Depois de Clark, os cientistas que continuaram a interrogar-se sobre a origem desses buracos constataram que os queijos fabricados nos últimos 10 ou 15 anos tinham cada vez menos buracos.
Os investigadores do Agroscope debruçaram-se então sobre a mudança de métodos de ordenha das vacas e a redução de micropartículas de feno e de bactérias no leite.
Para validar a hipótese, observaram a formação dos buracos durante um período de 130 dias, durante o processo de maturação do queijo, utilizando instrumentos como a tomografia axial computorizada (TAC).
"A ordenha tradicional no estábulo com baldes abertos foi substituída nas últimas décadas por sistemas de ordenha fechados", explicou o instituto científico suíço, acrescentando que as novas técnicas "suprimiram totalmente as micropartículas de feno no leite". Em consequência, "há menos 'germes de buracos' no queijo", observou o porta-voz.
"É uma descoberta que foi feita completamente por acidente, como todas as grandes descobertas", concluiu o porta-voz do Agroscope.
Os produtores de queijo sabem agora que, jogando com a dosagem das micropartículas de feno, podem praticamente controlar o número de buracos desejados nos seus queijos.
O queijo é um assunto sério na Suíça, onde a criação de gado bovino é abundante.
Em 2014, o consumo médio anual de queijo por habitante na Suíça foi de 21,3 quilos. Os queijos suíços representaram dois terços deste consumo.
Lusa

domingo, 19 de abril de 2015

'Chuva' misteriosa de minhocas no inverno intriga a Noruega

  • 18 abril 2015
Karsten Erstad é um biólogo da Noruega.
Mas, apesar de sua experiência com o mundo animal, ele não acreditou quando encontrou milhares de minhocas enquanto esquiava.
Primeiro, pensou que elas haviam saído de debaixo da terra, mas havia uma camada de 50cm de neve no chão que as teria feito congelar.
Em vez disso, parecia que os anelídeos tinham vindo do céu.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Hiroo Onoda, o soldado japonês que se escondeu na selva por quase 30 anos


Hiroo Onoda morreu tranquilamente em Tóquio aos 91 anos, no dia 17 de janeiro de 2014. Nada mais corriqueiro, a não ser que este antigo soldado japonês viveu escondido na selva das Filipinas até 1974, pensando sempre que a Segunda Guerra Mundial ainda não tinha acabado.
Durante quase 30 anos depois da capitulação do império nipônico, este oficial dos serviços secretos, especializado em técnicas de guerrilha, viveu escondido na ilha filipina de Lubang, perto de Luzon. No coração da selva ele continuou a lutar contra um inimigo que já não estava lá, contra os insetos, contra a  malária, tudo  pelo Imperador, dando provas do incrível espírito de sacrifício japonês e de uma obediência total, que faz lembrar o "obushido", o código de honra dos samurais.
Hiroo Onoda
Hiroo Onoda, depois de ser convencido de que a Segunda Guerra Mundial havia terminado.

Hiroo Onoda nasceu em 19 de março de 1922, em Kainan, Wakayama, na região central do Japão, sendo um dos sete filhos de Tanejiro e Tamae Onoda. Aos 17 anos ele foi trabalhar para uma empresa comercial em Wuhan, na China, ocupada pelas forças japonesa desde 1938. Em 1942 ele se juntou ao exército japonês, foi destacado para o treinamento especial e frequentou a Escola Nakano, centro de treinamento do Exército para oficiais de inteligência. Onoda estudou a táticas de guerrilha, filosofia, história, artes marciais, propaganda e operações encobertas.

Onoda tinha sido enviado para as Filipinas em 1944 com uma ordem formal: nunca se render e manter-se firme até à chegada de reforços. Juntamente com mais três soldados, obedeceu a estas instruções durante os anos que se seguiram ao fim do conflito, ignorando que os combates tinham terminado.
A existência destes quatro homens só foi conhecida em 1950, quando um deles decidiu sair da floresta e regressar ao Japão. Foi então possível largar por avião mensagens a Onoda e aos outros dois homens que a guerra tinha terminado há muito tempo e que Exército imperial tinha sido derrotado. Mas Onoda nunca acreditou que isso fosse verdade e continuou com os seus dois companheiros a vigiar instalações militares e, em certas ocasiões, a atacar soldados filipinos.
Para Onoda, a guerra não tinha terminado, o Império não podia ter sido derrotado! E quando, os B-52 americanos sobrevoaram as selvas filipinas em direção ao Vietnã, sua convicção  de que os combates continuavam, cresceu ainda mais.
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Onoda permaneceu por quase 30 anos escondido na selva, para sobreviver, ele roubava arroz e bananas de moradores locais, e abatia vacas para obter carne.
Depois da morte de um dos seus companheiros, as autoridades de Tóquio e de Manila continuaram à procura dos dois homens que permaneciam na selva há dez anos. Finalmente as buscas foram dadas como terminadas em 1959, já que as autoridades dos dois países se convenceram de que os dois soldados estavam mortos. Mas, em 1972, eles reaparecem para atacar tropas filipinas. Onoda consegue fugir, mas o seu último companheiro é morto.
Tóquio, capital do Japão democratizado e em pleno desenvolvimento econômico, decide então enviar membros da própria família de Onoda para o tentarem convencer a pôr fim aos combates, mas em vão. Posteriormente, Onoda explicaria ter acreditado que seus parentes tinham sido enviados por um regime-fantoche instalado pelos Estados Unidos em Tóquio.

Finalmente, foi preciso o seu ex-comandante embrenhar-se na selva para lhe ordenar que depusesse as armas e se rendesse. Em 1974, o governo do japonês encontrou o oficial comandante de Onoda, Major Yoshimi Taniguchi, que havia se tornado um livreiro. Taniguchi foi para Lubang e informou a Onoda da derrota do Japão na Segunda Guerra e ordenou-lhe a depor armas. Onoda saiu da selva 29 anos após o término da Segunda Guerra Mundial e aceitou a ordem do oficial comandante vestindo seu uniforme e espada, com seu rifle Arisaka 99 ainda em condições operacionais, com 500 cartuchos de munição e diversas granadas de mão, bem como a adaga que sua mãe havia lhe dado em 1944 para a proteção.

O governo filipino concedeu-lhe o perdão, embora muitos em Lubang nunca o tenham perdoado pelas 30 pessoas que ele matou durante a sua campanha na ilha.
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Onoda entrega sua espada ao presidente Ferdinand Marcos, em sinal de sua rendição, em 11 de março de 1974.

Hiroo Onoda era o último de dezenas de soldados japoneses que, nos quatro cantos da Ásia, recusando acreditar na derrota, decidiram continuar a lutar em nome do imperador Hirohito, muito depois da capitulação anunciada por este último no dia 15 de Agosto de 1945. Ficaram conhecidos como "holdouts",  “os loucos do Imperador”.
No seu regresso ao Japão em 1974, Hiroo Onoda explicou que durante os 30 anos que tinha passado no coração da selva filipina, só tinha uma única coisa em mente: “Executar as ordens”. Mas o Japão que Onoda encontrou já não era o país que ele conhecia: triunfante, conquistador, imperial. O Império tinha sido vencido, é certo, mas o país reconstruía-se a ritmo acelerado. E, acima de tudo, o Japão era agora um país pacifista, com uma Constituição made in USA em vigor desde 1947.
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Hiroo Onoda retornou ao Japão como um herói, embora ele e seus companheiros tivessem matado cerca de 30 filipinos após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Depois de um período passado numa fazenda no Brasil, Onoda regressa ao Japão. Em 1984, inaugura um campo de juventude onde ensina técnicas de sobrevivência, como aquelas que o ajudaram a manter-se vivo durante 30 anos no inferno da selva.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Cobra listrada é confundida com pulseira na Escócia

  • Há 3 horas
Réptil foi encontrado por lixeiros quando removiam sofá velho
Uma cobra listrada foi confundida com uma pulseira por garis que removiam um antigo sofá do lixo.
O caso aconteceu na cidade de Aberdeen, no leste da Escócia.
A filial escocesa da SPCA (Sociedade para Prevenção da Crueldade contra os Animais, em tradução livre), entidade de apoio aos animais sediada no Reino Unido, procura, agora, o dono do réptil.
A instituição foi chamada depois que o filhote de Pantherophis, também conhecida como cobra-do-milho, foi encontrado por garis do lado de fora de uma casa.
O animal foi apelidado de Mac.
Kim Butrym, que participou da operação de resgate, afirmou que cobras são especialistas em fuga.
"Mac foi descoberto por dois lixeiros durante a remoção de um sofá velho. Ele se enfiou no meio das almofadas e só foi descoberto quando começou a se mexer. Antes disso, os homens pensavam se tratar de uma pulseira", disse.
"Mac é muito dócil e é impossível que alguém o tenha perdido."
A cobra está agora sob os cuidados do centro de resgate de animais da SPCA. Se ninguém vier buscá-lo, o réptil terá de ser encaminhado a uma nova casa, informou a instituição.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014



Londres terá encontro entre o "maior grandão" e o "menor baixinho" do mundo

Do UOL


  • Guinness Book/Divulgação
No próximo dia 13 de novembro, Londres será palco de um encontro entre duas pessoas separadas por uma grande diferença. Uma diferença de 1,92 metro, para ser mais preciso.
Será a primeira vez em que se encontrarão ao vivo o turco Both Sultan Kösen e o nepalês Chandra Dangi, que participarão das celebrações do Guinness World Records Day na capital inglesa.
Com 2,46 metros de altura, Sultan foi reconhecido pelo Guinness em 2009 como a pessoal mais alta do mundo, e mantém o título até hoje. Ele detém ainda a marca de "pessoa com a maior mão", cada uma delas com 28,5 cm do punho à ponta do dedo médio.
Suas duas mãos juntas superam a altura de Chandra, que ocupa o outro extremo da escala com meros 54,6 cm e é a pessoa adulta mais baixa já registrada pelo Guinness.

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Os recordes (e tentativas) de 2014181 fotos

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27.out.2014 - O recorde de maior camiseta do mundo foi quebrado no Brasil, na cidade de Navegantes (SC). A enorme camiseta rosa mede 93,2 m de altura por 62,73 m de comprimento e pesa impressionantes 4.500 kg. Ela foi feita para as celebrações do Mês de Conscientização sobre o Câncer de Mama. E ainda é ecologicamente correta: foi feita com 50% de algodão e 50% de material reciclado a partir de garrafas PET. Aproximadamente 11 mil horas de trabalho foram necessárias. Para se ter uma ideia, a camisetona pode cobrir por completo três campos de futebol. Após a verificação do recorde, a super camiseta será reciclada e transformada em 10 mil camisetas de tamanho convencional que serão vendidas e a renda convertida para uma instituição de prevenção ao câncer Reprodução/Facebook/Guinness World Records

Dia de recordes

A data do encontro marca os 60 anos da criação do livro de recordes mais famoso do mundo e é celebrado como o "dia internacional da quebra de recordes".
Vários desafios estão previstos. Entre eles, a tentativa de marcar a mais distante cesta de basquete lançada de costas (recorde atual de 22 metros) e o maior número de disparos de arpão embaixo d'água em um minuto (recorde de 7).
Além dessas, a expectativa é grande para a superação de recordes como o maior alinhamento ininterrupto de bolos (606 metros) e a improvável marca de maior reunião de pessoas vestidas de pinguim (325 pessoas).


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