domingo, 19 de abril de 2015

'Chuva' misteriosa de minhocas no inverno intriga a Noruega

  • 18 abril 2015
Karsten Erstad é um biólogo da Noruega.
Mas, apesar de sua experiência com o mundo animal, ele não acreditou quando encontrou milhares de minhocas enquanto esquiava.
Primeiro, pensou que elas haviam saído de debaixo da terra, mas havia uma camada de 50cm de neve no chão que as teria feito congelar.
Em vez disso, parecia que os anelídeos tinham vindo do céu.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Hiroo Onoda, o soldado japonês que se escondeu na selva por quase 30 anos


Hiroo Onoda morreu tranquilamente em Tóquio aos 91 anos, no dia 17 de janeiro de 2014. Nada mais corriqueiro, a não ser que este antigo soldado japonês viveu escondido na selva das Filipinas até 1974, pensando sempre que a Segunda Guerra Mundial ainda não tinha acabado.
Durante quase 30 anos depois da capitulação do império nipônico, este oficial dos serviços secretos, especializado em técnicas de guerrilha, viveu escondido na ilha filipina de Lubang, perto de Luzon. No coração da selva ele continuou a lutar contra um inimigo que já não estava lá, contra os insetos, contra a  malária, tudo  pelo Imperador, dando provas do incrível espírito de sacrifício japonês e de uma obediência total, que faz lembrar o "obushido", o código de honra dos samurais.
Hiroo Onoda
Hiroo Onoda, depois de ser convencido de que a Segunda Guerra Mundial havia terminado.

Hiroo Onoda nasceu em 19 de março de 1922, em Kainan, Wakayama, na região central do Japão, sendo um dos sete filhos de Tanejiro e Tamae Onoda. Aos 17 anos ele foi trabalhar para uma empresa comercial em Wuhan, na China, ocupada pelas forças japonesa desde 1938. Em 1942 ele se juntou ao exército japonês, foi destacado para o treinamento especial e frequentou a Escola Nakano, centro de treinamento do Exército para oficiais de inteligência. Onoda estudou a táticas de guerrilha, filosofia, história, artes marciais, propaganda e operações encobertas.

Onoda tinha sido enviado para as Filipinas em 1944 com uma ordem formal: nunca se render e manter-se firme até à chegada de reforços. Juntamente com mais três soldados, obedeceu a estas instruções durante os anos que se seguiram ao fim do conflito, ignorando que os combates tinham terminado.
A existência destes quatro homens só foi conhecida em 1950, quando um deles decidiu sair da floresta e regressar ao Japão. Foi então possível largar por avião mensagens a Onoda e aos outros dois homens que a guerra tinha terminado há muito tempo e que Exército imperial tinha sido derrotado. Mas Onoda nunca acreditou que isso fosse verdade e continuou com os seus dois companheiros a vigiar instalações militares e, em certas ocasiões, a atacar soldados filipinos.
Para Onoda, a guerra não tinha terminado, o Império não podia ter sido derrotado! E quando, os B-52 americanos sobrevoaram as selvas filipinas em direção ao Vietnã, sua convicção  de que os combates continuavam, cresceu ainda mais.
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Onoda permaneceu por quase 30 anos escondido na selva, para sobreviver, ele roubava arroz e bananas de moradores locais, e abatia vacas para obter carne.
Depois da morte de um dos seus companheiros, as autoridades de Tóquio e de Manila continuaram à procura dos dois homens que permaneciam na selva há dez anos. Finalmente as buscas foram dadas como terminadas em 1959, já que as autoridades dos dois países se convenceram de que os dois soldados estavam mortos. Mas, em 1972, eles reaparecem para atacar tropas filipinas. Onoda consegue fugir, mas o seu último companheiro é morto.
Tóquio, capital do Japão democratizado e em pleno desenvolvimento econômico, decide então enviar membros da própria família de Onoda para o tentarem convencer a pôr fim aos combates, mas em vão. Posteriormente, Onoda explicaria ter acreditado que seus parentes tinham sido enviados por um regime-fantoche instalado pelos Estados Unidos em Tóquio.

Finalmente, foi preciso o seu ex-comandante embrenhar-se na selva para lhe ordenar que depusesse as armas e se rendesse. Em 1974, o governo do japonês encontrou o oficial comandante de Onoda, Major Yoshimi Taniguchi, que havia se tornado um livreiro. Taniguchi foi para Lubang e informou a Onoda da derrota do Japão na Segunda Guerra e ordenou-lhe a depor armas. Onoda saiu da selva 29 anos após o término da Segunda Guerra Mundial e aceitou a ordem do oficial comandante vestindo seu uniforme e espada, com seu rifle Arisaka 99 ainda em condições operacionais, com 500 cartuchos de munição e diversas granadas de mão, bem como a adaga que sua mãe havia lhe dado em 1944 para a proteção.

O governo filipino concedeu-lhe o perdão, embora muitos em Lubang nunca o tenham perdoado pelas 30 pessoas que ele matou durante a sua campanha na ilha.
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Onoda entrega sua espada ao presidente Ferdinand Marcos, em sinal de sua rendição, em 11 de março de 1974.

Hiroo Onoda era o último de dezenas de soldados japoneses que, nos quatro cantos da Ásia, recusando acreditar na derrota, decidiram continuar a lutar em nome do imperador Hirohito, muito depois da capitulação anunciada por este último no dia 15 de Agosto de 1945. Ficaram conhecidos como "holdouts",  “os loucos do Imperador”.
No seu regresso ao Japão em 1974, Hiroo Onoda explicou que durante os 30 anos que tinha passado no coração da selva filipina, só tinha uma única coisa em mente: “Executar as ordens”. Mas o Japão que Onoda encontrou já não era o país que ele conhecia: triunfante, conquistador, imperial. O Império tinha sido vencido, é certo, mas o país reconstruía-se a ritmo acelerado. E, acima de tudo, o Japão era agora um país pacifista, com uma Constituição made in USA em vigor desde 1947.
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Hiroo Onoda retornou ao Japão como um herói, embora ele e seus companheiros tivessem matado cerca de 30 filipinos após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Depois de um período passado numa fazenda no Brasil, Onoda regressa ao Japão. Em 1984, inaugura um campo de juventude onde ensina técnicas de sobrevivência, como aquelas que o ajudaram a manter-se vivo durante 30 anos no inferno da selva.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Cobra listrada é confundida com pulseira na Escócia

  • Há 3 horas
Réptil foi encontrado por lixeiros quando removiam sofá velho
Uma cobra listrada foi confundida com uma pulseira por garis que removiam um antigo sofá do lixo.
O caso aconteceu na cidade de Aberdeen, no leste da Escócia.
A filial escocesa da SPCA (Sociedade para Prevenção da Crueldade contra os Animais, em tradução livre), entidade de apoio aos animais sediada no Reino Unido, procura, agora, o dono do réptil.
A instituição foi chamada depois que o filhote de Pantherophis, também conhecida como cobra-do-milho, foi encontrado por garis do lado de fora de uma casa.
O animal foi apelidado de Mac.
Kim Butrym, que participou da operação de resgate, afirmou que cobras são especialistas em fuga.
"Mac foi descoberto por dois lixeiros durante a remoção de um sofá velho. Ele se enfiou no meio das almofadas e só foi descoberto quando começou a se mexer. Antes disso, os homens pensavam se tratar de uma pulseira", disse.
"Mac é muito dócil e é impossível que alguém o tenha perdido."
A cobra está agora sob os cuidados do centro de resgate de animais da SPCA. Se ninguém vier buscá-lo, o réptil terá de ser encaminhado a uma nova casa, informou a instituição.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014



Londres terá encontro entre o "maior grandão" e o "menor baixinho" do mundo

Do UOL


  • Guinness Book/Divulgação
No próximo dia 13 de novembro, Londres será palco de um encontro entre duas pessoas separadas por uma grande diferença. Uma diferença de 1,92 metro, para ser mais preciso.
Será a primeira vez em que se encontrarão ao vivo o turco Both Sultan Kösen e o nepalês Chandra Dangi, que participarão das celebrações do Guinness World Records Day na capital inglesa.
Com 2,46 metros de altura, Sultan foi reconhecido pelo Guinness em 2009 como a pessoal mais alta do mundo, e mantém o título até hoje. Ele detém ainda a marca de "pessoa com a maior mão", cada uma delas com 28,5 cm do punho à ponta do dedo médio.
Suas duas mãos juntas superam a altura de Chandra, que ocupa o outro extremo da escala com meros 54,6 cm e é a pessoa adulta mais baixa já registrada pelo Guinness.

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Os recordes (e tentativas) de 2014181 fotos

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27.out.2014 - O recorde de maior camiseta do mundo foi quebrado no Brasil, na cidade de Navegantes (SC). A enorme camiseta rosa mede 93,2 m de altura por 62,73 m de comprimento e pesa impressionantes 4.500 kg. Ela foi feita para as celebrações do Mês de Conscientização sobre o Câncer de Mama. E ainda é ecologicamente correta: foi feita com 50% de algodão e 50% de material reciclado a partir de garrafas PET. Aproximadamente 11 mil horas de trabalho foram necessárias. Para se ter uma ideia, a camisetona pode cobrir por completo três campos de futebol. Após a verificação do recorde, a super camiseta será reciclada e transformada em 10 mil camisetas de tamanho convencional que serão vendidas e a renda convertida para uma instituição de prevenção ao câncer Reprodução/Facebook/Guinness World Records

Dia de recordes

A data do encontro marca os 60 anos da criação do livro de recordes mais famoso do mundo e é celebrado como o "dia internacional da quebra de recordes".
Vários desafios estão previstos. Entre eles, a tentativa de marcar a mais distante cesta de basquete lançada de costas (recorde atual de 22 metros) e o maior número de disparos de arpão embaixo d'água em um minuto (recorde de 7).
Além dessas, a expectativa é grande para a superação de recordes como o maior alinhamento ininterrupto de bolos (606 metros) e a improvável marca de maior reunião de pessoas vestidas de pinguim (325 pessoas).


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segunda-feira, 11 de agosto de 2014


Nos EUA, casal transgênero tem 'pai grávido' e mãe drag queen

Do UOL, em São Paulo
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  • Reprodução/Daily Mail
    Bianca Bowser (esq.), 32, que trabalha como drag queen, nasceu como 'Jason'. Já Nick Bowser, 27, nasceu como 'Nicole', e ficou ''grávido'' duas vezes Bianca Bowser (esq.), 32, que trabalha como drag queen, nasceu como 'Jason'. Já Nick Bowser, 27, nasceu como 'Nicole', e ficou ''grávido'' duas vezes
Um casal transgênero do Kentucky, nos Estados Unidos, resolveu conceber dois filhos usando suas identidades sexuais originais. O pai, nascido mulher, ficou "grávido", enquanto ela, que nasceu homem, é chamado de "mãe" pelas crianças". Assim, eles não precisaram recorrer à adoção nem barriga de aluguel.
Bianca Bowser, 32, que trabalha como drag queen, nasceu como "Jason", e decidiu assumir a identidade transgênera como mulher há 11 anos. Já Nick Bowser, 27, nasceu como "Nicole", mas vive há sete anos como se fosse um homem. Os dois vivem juntos desde 2009.
Ambos mantiveram os órgãos sexuais originais porque não puderam arcar com cirurgias de mudança de sexo. Segundo o "Daily Mail", uma cirurgia para transformar o órgão masculino em feminino pode custar até R$ 57 mil. Já a cirurgia para mudar o órgão feminino para masculino é mais cara: pode custar até R$ 114 mil.
Como queriam ter filhos, Nick ficou "grávido" da mulher, Bianca. Os dois são pais de Kai, 3, e Pax, que ainda vai completar um ano. Justamente pela pouca idade dos filhos, eles ainda não contaram às crianças sobre a "troca de papéis". "As crianças atualmente não têm ideia. E estranhos nunca desconfiam em restaurantes ou lojas", diz Bianca.
O casal diz que pensa em contar a verdade aos dois quando Pax tiver por volta de 6 anos e Kai, 9, "idade suficiente para entenderem" a situação.
"Não me preocupo como eles vão reagir. Não tratamos isso como algo ruim. E crianças pequenas tentem a ser compreensivas e sem preconceito", acredita Bianca.
Reprodução/Daily Mail
Bianca (esq.), segura o filho Pax, que tem menos de 1 ano; Nick carrega Kai, 3
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Concurso de beleza transexual e travesti é realizado na Tailândia13 fotos

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1º.nov.2013 - A ganhadora do concurso de beleza transexual e travesti Miss Rainha Internacional 2013 foi a candidata brasileira, Marcela Ohio. O evento foi realizado no teatro Tiffany"s Show de Pattaya, na Tailândia, nesta sexta-feira (1º). Um total de 23 candidatas de 17 países participaram do concurso Narong Sangnak/EFE

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domingo, 10 de agosto de 2014

Crescem os casos de filhos com 'pais em dobro' na certidão de nascimento



Ouvir o texto

"Quero ter o nome dos dois, porque os dois são meus pais." A frase, dita por uma criança durante um processo de reconhecimento de paternidade, pegou de surpresa a promotora Priscila Matzenbacher, de Rondônia.
Tudo começou após a criança, aos seis anos, descobrir pela mãe que seu pai biológico era outro –não aquele com quem convivia. Anos depois, o genitor foi à Justiça para mudar a certidão.
Ao saber que um dos "pais" sairia do registro, a garota começou a chorar. "Constatei que havia ali uma multiparentalidade", diz a promotora.
Diante do impasse, veio o pedido: reconhecer ambos oficialmente como pais. Uma alternativa que tem ganhado força em diversos tribunais.
Aos poucos, mais filhos recorrem à Justiça para ter, na certidão de nascimento, o nome de uma mãe e dois pais –ou de um pai e duas mães.
A maioria das decisões é relativa à paternidade. São casos em que os filhos foram criados pelos "pais afetivos" –sem perder o vínculo com os pais biológicos.
Segundo o IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família), o primeiro reconhecimento dos "pais em dobro" ocorreu em março de 2012, também em Rondônia.
Editoria de Arte/Folhapress
De lá para cá, a Folha encontrou ao menos outras 18 ações que tiveram resultados semelhantes, distribuídas em 12 Estados. Todos os processos correm em sigilo.
"Antes uma coisa excluía a outra. Se colocava o nome de um pai, excluía o outro. E aí se chegou à visão mais moderna, de que não preciso julgar e escolher entre um deles, posso somar", diz Rodrigo Pereira, presidente do IBDFAM.
Segundo ele, o instituto planeja pedir ao Conselho Nacional de Justiça que regulamente a medida e autorize os cartórios a incluir, por conta própria, "duplos pais" no registro –sem que precisem do aval de um juiz para isso.
 
REGISTRO TRIPLO
Com a inclusão de um segundo pai –ou mãe– na certidão, os filhos podem alterar o sobrenome e receber pensão alimentícia e herança. Também podem ser incluídos no plano de saúde.
"Muitos ainda consideram loucura. Mas a Justiça não está criando nada, só está reconhecendo uma situação que já existe", diz Matzenbacher.
Apesar de positivo, o avanço no reconhecimento das famílias "multiparentais" traz o risco de "casos oportunistas", afirma o advogado Christiano Cassettari, estudioso do tema.
"Muitas pessoas podem querer ter mais um pai só para conseguir melhor condição financeira", afirma ele.

domingo, 13 de julho de 2014

Na paixão da guerra, um herói de caráter


Ao final de um mês de paixões, tristezas, alegrias e cavalheirismo, aqui vai uma história na qual esses ingredientes se misturaram no pior dos cenários, o da guerra. Em março de 1946, um ano depois da derrota da Alemanha, Franz Stigler estava em busca de trabalho quando foi reconhecido pela boa qualidade de sua botas.
Eram as botas dos pilotos da Luftwaffe, aqueles que, segundo a propaganda do governo, salvariam a Alemanha da derrota. Dos 28 mil pilotos do Reich, haviam sobrado só 1.200, mas ele foi reconhecido e insultado pelos compatriotas. Esse pedaço da vida mostrou-lhe que as botas da glória haviam-se transformado em marca de opróbrio. Franz não era um homem qualquer, mas, em 1946, ninguém haveria de se lembrar dele.
Salvo Charlie Brown. Três anos antes, Franz pilotava um caça Bf-109, protegendo o norte da Alemanha, quando alcançou um B-17 de uma esquadrilha que bombardeara a região de Bremen. O avião americano estava em pandarecos. Ele podia ver tripulantes feridos e rombos na fuselagem. Tirou o dedo do gatilho e emparelhou seu caça com o bombardeiro.
Aquele avião não podia estar voando. Charlie Brown, o piloto do B-17, esperava apenas pelos últimos tiros. Viu o piloto alemão movendo a cabeça num incompreensível sinal afirmativo e achou que estivesse sonhando. Franz escoltou o B-17 durante dez minutos. Quando ele se aproximou da costa da Inglaterra, balançou as asas e voltou para a base alemã: "Não se atira em paraquedista. O avião estava fora de combate. Eu não carregaria isso na consciência".
Charlie contou aos seus superiores o que lhe acontecera, mas mandaram-no ficar calado, pois propagaria um episódio capaz de comover os colegas com a ideia de que havia alemães civilizados.
Franz sobreviveu à guerra, mudou-se para o Canadá e só contou sua história em 1985. Não sabia o que acontecera ao B-17. De 12 mil bombardeiros, 5.000 haviam sido destruídos em combate.
Na outra ponta, Charlie Brown, que vivia na Flórida, sonhava em encontrar aquele alemão. Escreveu uma carta para uma revista, descrevendo o estado de seu avião, com o cuidado de omitir um importante detalhe. Em 1990 os dois encontraram-se. Franz tinha 75 anos, e Charlie, 68. O alemão lembrou-lhe que o B-17 estava com o estabilizador destruído. Era o detalhe omitido.
Pouco depois, todos os sobreviventes do B-17 reuniram-se, levando suas famílias. Eram 25 homens e crianças que deviam a vida a um homem que não apertou o gatilho. Franz morreu em março de 2008. Charlie, em novembro.

Serviço: Essa história está contada no livro "A Higher Call", de Adam Makos (custa US$ 9,99, na rede), e vai virar filme.